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20/Jun/2018

O que é osteopatia?

A osteopatia é uma Terapia Não Convencional (TNC) reconhecida nacional e internacionalmente, sugerida e incentivada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

É uma prática manual, suportado pelo conhecimento científico da anatomia, fisiologia e biomecânica do corpo e os seus profissionais obtêm o título de Especialista.

Tem os seus meios próprios de diagnóstico e tratamento assim como partilha também alguns com a classe medica como a ortopedia.

A osteopatia tem como base que o ser humano é um todo indivisível, que todos os sistemas do corpo estão relacionados. Assim, qualquer disfunção em algum sistema irá afectar os outros.

Em suma, uma disfunção estrutural (Pele, músculos, ossos, articulações, fáscia, etc.) irá ter repercussões numa função (respiração, cardíaca, digestiva, hormonal, etc.) ou vice-versa.

A prática osteopática está dividida em 3 grandes especialidades: osteopatia Estrutural, Craneal e Visceral, tendo como objectivo repor a homeostasia (harmonia) através da manipulação de tecidos moles (tratamento fascial, massagens, estiramentos, etc.) e/ou com manipulações articulares.

A sua área de intervenção é vasta, porém é mais conhecida pelos seus óptimos resultados em tratamentos para hérnias discais, vários tipos de dores, problemas posturais, problemas digestivos, problemas respiratórios, etc.

O que a osteopatia pode tratar?

O campo de tratamento da osteopatia é muito amplo pois ele abrange todo o corpo humano.

Esta pode tratar as doenças mais frequentes, nomeadamente cistalgias, lombalgias, dorsalgias, cervicalgias, escolioses, hérnias discais e torcicolos. Podem ser tratados também entorses, tendinites, epicondilites, síndromes do túnel cárpico, dores nos ombros, problemas da articulação temporo-mandibular (ATM), tensões e contracturas musculares e todos os problemas decorrentes de acidentes de viação, quedas, fracturas ou cirurgias.

Pode ajudar a resolver também enxaquecas, dores de cabeça, problemas digestivos, insónias, depressão, vertigens, sinusites, tensão pré-menstrual, obstipação, stress e problemas respiratórios.

O osteopata não elimina apenas as consequências do problema, procura sempre desvendar a razão do sintoma para poder tratar o doente.

Para isso, e utilizando as mãos como instrumento, recorre a variadas técnicas. Estas são as mais comuns:

Técnicas musculares, que visam o tratamento dos músculos e tendões.

– Técnicas cranianas, que são as  mais subtis e que permitem tratar a totalidade do corpo partindo do crânio.

– Técnicas viscerais que tratam dos órgãos e das relações entre eles.

– Técnicas linfáticas e imunitárias, que visam o sistema linfático e o sistema imunitário.

– Técnicas fasciais que trabalham sobre os tecidos fasciais do corpo humano.

– Técnicas manipulativas, que visam reajustar uma articulação, mesmo se o seu deslocamento é mínimo e invisível nas radiografias.

Como decorre uma sessão de osteopatia? 

A sessão inicia com uma anamnese (historial clínico do paciente) onde tentamos encontrar uma possível causa para a patologia apresentada no momento da consulta.

Depois passa para o diagnóstico visual em que o especialista vai procurar assimetrias, limitações de movimento, contraturas, etc., no corpo do paciente, que são indicações de problemas e devem ser resolvidas.

Segue-se os testes osteopáticos, e então passa-se para o tratamento.

Fonte: http://www.osteopatia-sc.com/


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20/Jun/2018

O prémio Nobel da Física 2012 foi atribuído a dois físicos quânticos, o francês, Serge Haroche e o norte-americano, David Wineland. Este representa um importante passo no mundo quântico, dado explorar novos horizontes, confirmar a importância da física quântica, no presente, e abrir caminho para o desenvolvimento de novas tecnologias e para o reconhecimento da Terapia Quântica.

A física quântica é a área do conhecimento que se dedica ao estudo dos fenómenos que acontecem a uma escala subatómica.

A Terapia Quântica usa uma tecnologia que mede e regista os ténues impulsos elétricos da nossa pele, ajudando a gerir e reprogramar as capacidades auto curativas do corpo humano, devolvendo a sua ressonância natural. É um método seguro, relaxante, não invasivo e sem efeitos secundários, podendo ser usado por todos, em qualquer idade, exceto em pessoas com pacemaker e epilepsia. Esta terapia utiliza, para isso, cinco confortáveis fitas condutoras com sensores eletrodérmicos nos pulsos, tornozelos e cabeça.

Sabe-se que cada elemento ou órgão do nosso organismo possui uma frequência eletromagnética única e identificável, revelada pelos níveis de reatividade eletrofisiológica de cada pessoa (vitaminas, aminoácidos, enzimas, minerais, nutrientes, açucares, toxinas, bactérias, fungos, alergias, parasitas, vírus, fatores mentais e emocionais, órgãos, ossos, músculos, entre outros).

A Terapia Quântica potencia o poder auto curativo do corpo humano, sem recurso a medicação e é um método seguro, relaxante e sem efeitos secundários. A medicina convencional, ao contrário, é invasiva e utiliza fármacos, criando dependências e efeitos secundários diversos.

A tecnologia utilizada pela Terapia Quântica tem a patente do Professor William Nelson, antigo investigador da NASA que dedicou mais de três décadas da sua vida à investigação de medicinas alternativas, física quântica, psicologia e biologia. Ao trabalhar nas teorias trivetoriais, subjacentes ao projeto APOLO da NASA e investigando os campos eletromagnéticos aplicados à medicina, William Nelson desenvolveu este tratamento energético.

Importantes estudos reconhecem o INDIGO, Sistema de Biofeedback, certificado pela União Europeia, como uma tecnologia eficiente para a gestão e controlo da dor que é já utilizado, internacionalmente, em clínicas privadas e hospitais, como a Mayo Clinic e o St John’s Hospital (USA). A Terapia Quântica, isoladamente ou em combinação com outras terapias, é eficaz para o tratamento de uma variedade de desordens médicas e psicológicas, como por exemplo o stress que, segundo a Organização Mundial de Saúde, é considerado o mal do século, sendo visto como o principal causador de doenças crónicas que atingem 90% da população mundial.

Campos de aplicação:

• Fadiga, dores crónicas
• Insónias
• Stress, ansiedade, fobias
• Desequilíbrios dos órgãos e seus sistemas
• Alergias
• Lesões musculares e performance desportiva
• Bloqueios emocionais e mentais
• Hiperactividade
• Falta de memória e concentração
• Défice de aprendizagem e atenção
• Problemas de coluna e ossos
• Problemas circulatórios e tensão arterial
• Sistema imunitário
• Questões degenerativas
• Perturbações digestivas
• Problemas respiratórios
• Depressão, e distúrbios emocionais
• Desequilíbrios nutricionais, hormonais
• Envelhecimento precoce
• Toxicidade do organismo
• Alterações de peso
• Dependência do tabaco

Fonte: http://lifestyle.sapo.pt


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20/Jun/2018

A Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de Demência, constituindo cerca de 50% a 70% de todos os casos.

O que é a Doença de Alzheimer?

A Doença de Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras).

Esta deterioração tem como consequências alterações no comportamento, na personalidade e na capacidade funcional da pessoa, dificultando a realização das suas atividades de vida diária.

O nome desta doença deve-se a Alois Alzheimer, médico alemão que em 1907, descreveu pela primeira vez a doença.

À medida que as células cerebrais vão sofrendo uma redução, de tamanho e número, formam-se tranças neurofibrilhares no seu interior e placas senis no espaço exterior existente entre elas. Esta situação impossibilita a comunicação dentro do cérebro e danifica as conexões existentes entre as células cerebrais. Estas acabam por morrer e isto traduz-se numa incapacidade de recordar a informação. Deste modo, conforme a Doença de Alzheimer vai afetando as várias áreas cerebrais vão-se perdendo certas funções ou capacidades.

Quando a pessoa perde uma capacidade, raramente consegue voltar a recuperá-la ou reaprendê-la.

A Doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa

Em termos neuropatológicos, a Doença de Alzheimer caracteriza-se pela morte neuronal em determinadas partes do cérebro, com algumas causas ainda por determinar.

O aparecimento de tranças fibrilhares e placas senis impossibilitam a comunicação entre as células nervosas, o que provoca alterações ao nível do funcionamento global da pessoa.

Tipos de Doença de Alzheimer

Existem dois tipos diferentes de Doença de Alzheimer:

  • A Doença de Alzheimer esporádica pode afetar adultos de qualquer idade, mas ocorre habitualmente após os 65 anos. Esta é a forma mais comum de Doença de Alzheimer e afeta pessoas que podem ter ou não, antecedentes familiares da doença. Parece não existir hereditariedade da Doença de Alzheimer esporádica, de início tardio. Contudo, é possível que algumas pessoas possam herdar uma maior ou menor probabilidade para desenvolverem a doença numa idade avançada. O ApoE14 é o único gene associado a um ligeiro aumento do risco de desenvolver Doença de Alzheimer, de início tardio. Mesmo assim, metade das pessoas portadoras deste gene, e que vivem até aos 85 anos, não desenvolve Demência nesta idade. Os investigadores estão a tentar encontrar outros fatores de risco, genéticos e ambientais que possam tornar o desenvolvimento da Doença de Alzheimer mais ou menos provável. No entanto até à presente data o único fator de risco evidente para o desenvolvimento desta doença parece ser a existência prévia de um traumatismo craniano severo
  • A Doença de Alzheimer Familiar é uma forma menos comum, na qual a doença é transmitida de uma geração para outra. Se um dos progenitores tem um gene mutado, cada filho terá 50% de probabilidade de herdá-lo. A presença do gene significa a possibilidade da pessoa desenvolver a Doença de Alzheimer, normalmente entre os 40 e 60 anos. Este tipo de Doença de Alzheimer afeta um número muito reduzido de pessoas

Quais são os sintomas?

Nas fases iniciais, os sintomas da Doença de Alzheimer podem ser muito subtis. Todavia, começam frequentemente por lapsos de memória e dificuldade em encontrar as palavras certas para objetos do quotidiano.
Estes sintomas agravam-se à medida que as células cerebrais vão morrendo e a comunicação entre estas fica alterada.

Outros sintomas característicos:
? Dificuldades de memória persistentes e frequentes, especialmente de acontecimentos recentes;
? Apresentar um discurso vago durante as conversações;
? Perder entusiasmo na realização de atividades, anteriormente apreciadas;
? Demorar mais tempo na realização de atividades de rotina;
? Esquecer-se de pessoas ou lugares conhecidos;
? Incapacidade para compreender questões e instruções;
? Deterioração de competências sociais;
? Imprevisibilidade emocional.

Consoante as pessoas e as áreas cerebrais afetadas, os sintomas variam e a doença progride a um ritmo diferente. As capacidades da pessoa podem variar de dia para dia ou mesmo dentro do próprio dia, podendo piorar em períodos de stress, fadiga e problemas de saúde. No entanto, o certo é que vai existir uma deterioração ao longo do tempo. A Doença de Alzheimer é progressiva e degenerativa e, atualmente, irreversível.

Qual a causa da Doença de Alzheimer?

Os investigadores estão a descobrir rapidamente mais dados sobre as alterações químicas que provocam danos às células cerebrais na Doença de Alzheimer. Mas para além das pessoas que desenvolvem a Doença de Alzheimer Familiar, não se conhece o motivo pelo qual uma pessoa desenvolve a doença e outra não.

Estão a ser investigadas várias causas suspeitas da Doença de Alzheimer, incluindo fatores ambientais, perturbações bioquímicas e processos imunitários. A causa pode variar de pessoa para pessoa e pode ser devida a um ou a vários fatores.

Quem desenvolve a Doença de Alzheimer?

Qualquer pessoa pode desenvolver a Doença de Alzheimer. No entanto, é mais comum acontecer após os 65 anos. A taxa de prevalência da demência aumenta com a idade. A nível mundial, a demência afeta 1 em cada 80 mulheres, com idades compreendidas entre os 65 e 69 anos, sendo que no caso dos homens a proporção é de 1 em cada 60. Nas idades acima dos 85 anos, para ambos os sexos, a Demência afeta aproximadamente 1 em cada 4 pessoas.

Como é que a Doença de Alzheimer é diagnosticada?

Atualmente não existe qualquer teste específico para identificar a Doença de Alzheimer. O diagnóstico é realizado após uma observação clínica cuidadosa. O diagnóstico clínico pode incluir a realização de: história médica detalhada, exame físico e neurológico aprofundado; exame do funcionamento intelectual; avaliação psiquiátrica; avaliação neuropsicológica; e análises laboratoriais ao sangue e urina.

Estes exames irão ajudar a excluir a existência de outras doenças, que têm sintomas similares, tais como carências nutricionais e depressão. Após a eliminação de outras causas, o diagnóstico clínico da Doença de Alzheimer pode ser realizado com uma precisão de 80% a 90%. O diagnóstico só pode ser confirmado após o falecimento da pessoa, através da observação do tecido cerebral.

É importante ter um diagnóstico preciso o mais cedo possível, para determinar se a situação clínica da pessoa é devida à Doença de Alzheimer ou se os sintomas estão a ser causados por outra doença, diferente ou rara, que requeira um tratamento específico.

Como é que a Doença de Alzheimer progride?

A progressão da doença varia de pessoa para pessoa. Mas a doença acaba por levar a uma situação de dependência completa e, finalmente, à morte. Uma pessoa com Doença de Alzheimer pode viver entre três a vinte anos, sendo que a média estabelecida é de sete a dez anos.

Existe algum tratamento disponível?

Até à presente data não existe cura para a Doença de Alzheimer. No entanto, existem algumas medicações que parecem permitir alguma estabilização do funcionamento cognitivo nas pessoas com Doença de Alzheimer, nas fases ligeira e moderada.

Os medicamentos também podem ser prescritos para sintomas secundários, como inquietude e depressão, ou para ajudar a pessoa com Doença de Alzheimer a dormir melhor.

A Alzheimer Portugal fornece apoio, informação, formação e aconselhamento para as pessoas afetadas pela Demência, seja os próprios doentes ou os seus familiares. Este apoio pode fazer uma diferença positiva na forma de gerir a doença.


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20/Jun/2018

O Yoga é uma antiga prática originária da Índia, que consiste na união e equilíbrio entre o corpo e a mente.

Através do auto-conhecimento e da perfeita integração com o mundo exterior, o Yoga leva a um estado de harmonia, paz e serenidade.

Para que se possam sentir os seus benefícios, a sua prática deve ser regular.

Aconselham-se, pelo menos, três aulas de uma hora por semana. Estes benefícios serão ainda maiores se se praticarem diariamente, em casa, algumas das técnicas aprendidas nas aulas.

Com apenas uma sessão de prática já se sentem, no bem estar geral, alguns benefícios do Yoga. Após um mês já se sentirá a qualidade desta actividade e após três meses os seus benefícios gerais começam a sentir-se de forma clara e intensa. Passado um ano alcançam-se as conquistas mais duradouras.

São vários os benefícios desta prática, benefícios esses que farão parte da vida física, mental, emocional, espiritual e não só.

Benefícios Físicos do Yoga

A nível físico, o Yoga proporciona um corpo saudável e bonito, dando sensação de bem-estar e alegria de viver. Além disso, podemos salientar alguns benefícios físicos:

  • Diminuição de dores, devido ao aumento da produção de endorfina no corpo
  • Aumento da imunidade
  • Normalização de peso
  • Melhoria de quadros de insónia e depressão
  • Aumento da força e vigor
  • Melhoria da postura, diminuindo dores nas costas
  • Normalização das funções glandulares
  • Aumento da flexibilidade das articulações, dos músculos e tendões
  • Melhoria nas funções digestiva e gastro-intestinal
  • Aumento da eficiência respiratória
  • Aumento da eficiência cardio-vascular
  • Normalização da pressão sanguínea
  • Aumento das ondas Alfa no EEG
  • Equilíbrio da estabilidade das funções do sistema nervoso autónomo
  • Alívio da fibromialgia
  • Desaceleração da pulsação cardíaca
  • Minimização da respiração por minuto, aumentando a vitalidade e longevidade
  • Intensificação da desintoxicação orgânica

Benefícios Mentais do Yoga

A nível mental, ao oxigenar fortemente o cérebro, o Yoga estimula a concentração, o discernimento e a serenidade ao reduzir e anular o “stress” do dia a dia. Aumenta também a eficácia da mente ao proporcionar capacidade para tomadas de decisão rápidas e inspiradas. Outros benefícios a nível mental serão:

  • Aumento da memória, concentração e nível de consciência voluntária
  • Aprendizagem mais eficiente
  • Diminuição da ansiedade
  • Aumento da percepção global e centrada
  • Diminuição da hostilidade, depressão e ansiedade
  • Melhoria da percepção dos movimentos do corpo
  • Mais estabilidade e equilíbrio mental e emocional
  • Aumento do bem estar com melhores estados emocionais
  • Diminuição das dependências psicológicas
  • Maior integração social
  • Aumento da paz interior
  • Estimulação do potencial latente
  • Diminuição da letargia mental
  • Ajuda a desenvolver uma atitude positiva em relação à vida

Benefícios do Yoga Para as Funções Psico-motoras

O Yoga também contribui para aprimorar as funções psico-motoras ao melhorar o equilíbrio, a função cognitiva, as funções integradas do corpo e a coordenação motora. Esta prática contribui para o aumento da firmeza, destreza de habilidades, força de apreensão e percepções aprofundadas.

Benefícios Bioquímicos do Yoga

Podem também obter-se benefícios bioquímicos importantes na defesa contra o envelhecimento e doenças degenerativas, tais como:

  • Diminuição da glicose, sódio, triglicerídeos e catecolamina
  • Queda do colesterol total, aumento do colesterol HDL e diminuição do colesterol VLDL e LDL
  • Aumento da hemoglobina, tiroxina, proteínas séricas totais, vitamina C e contagem de linfócitos.                                         images-9.jpg

Benefícios Emocionais, Morais e Espirituais do Yoga

A nível emocional, a prática do Yoga reduz as questões emocionais à sua verdadeira dimensão. Desenvolve também a maturidade para resolver os assuntos de forma serena e com um consumo de energia mínimo.

Moralmente, desenvolve os princípios éticos e morais indispensáveis à auto-realização do SER e do relacionamento com os outros transmitindo valores como a paciência e o perdão.

Espiritualmente, esta prática constrói a consciência do corpo, dos sentimentos, do mundo ao redor e das necessidades dos outros. Ao fomentar a interdependência entre corpo, mente e espírito o Yoga ensina a viver o conceito de “unicidade”.

Fonte: www.emforma.net


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20/Jun/2018

Sabe-se que as crianças têm uma intuição apurada e, por não estarem tão presas ao racionalismo dos adultos, mais facilmente compreendem e aceitam algo que as transcende. Por isso, quando contactam com o Reiki, tendem a considerá-lo muito natural e simples, como se já fizesse parte deles. É, pois, de considerar esta predisposição para lhes falar nesta terapia complementar e filosofia de vida. Estaremos assim a contribuir para uma nova geração mais equilibrada, otimista e portadora de valores elevados.

Ouvimos falar com frequência das crianças de agora que são diferentes, isto é, que apresentam comportamentos de maior sensibilidade e uma consciência elevada a um nível que, antes, não era muito comum encontrar. Com efeito, é já um facto amplamente aceite que estas crianças são a prova de que tudo está mesmo a mudar, desde as mentalidades à frequência energética de quem habita o planeta Terra.
Como adultos empenhados em contribuir para o bem-estar e correto desenvolvimento das nossas crianças, talvez devamos estar despertos para a possibilidade de estes pequenos seres precisarem de um apoio ao crescimento diferente daquele que nós próprios tivemos, ou os nossos pais e avós. Porque tudo muda, é necessário que estejamos atentos à eventual necessidade de ferramentas que os apoiem no seu caminho. Todavia, cabe-nos o bom senso de não os empurrar para situações com as quais não saberão ainda lidar. Mas também não poderemos fazer orelhas moucas às suas solicitações. Por exemplo, podem começar a dar-nos sinais de que gostam (e querem) meditar, que sentem necessidade de estar em contacto com a natureza e que “ouvem” as conversas das árvores e as palavras do vento, entre muitas outras situações.
Tudo isto deve ser escutado pelo adulto e contextualizado. Sobretudo, deve procurar sentir-se o que a criança precisa naquele momento para o seu bem-estar e crescimento saudável em todas as dimensões que a compõem: física, mental, psicológica e espiritual.

 

Reiki recomendado por médicos

O Reiki é uma ferramenta perfeitamente adequada aos mais novos. É tão simples que pode ser praticado por todos, independentemente da idade. Não há contraindicações e o equilíbrio que resulta desta prática sente-se ao fim de pouco tempo. Por isso, esta terapia complementar começa a ser, cada vez mais, recomendada para crianças e jovens, sendo já comum a indicação ser feita por pediatras, médicos de família ou psicólogos. Todos vão constatando as inúmeras vantagens obtidas com o Reiki e, por reconheceram que não é invasivo, sugerem-na a pais preocupados com o comportamento dos filhos.

 

Vantagens do Reiki para crianças e jovens

– Promove a calma e o equilíbrio
– Favorece a concentração nas tarefas escolares ou outras
– Fornece mais energia para enfrentar desafios diários
– Melhoria do humor
– Facilita interação com os outros
– Adoção de uma filosofia de vida positiva e saudável
– Melhor aceitação de si, da sua imagem e características pessoais
– Maior capacidade de desfrutar do que se tem
– Mais satisfação generalizada
– Ajuda na resolução de problemas de saúde

 

Solicitações exigentes

A lista de vantagens do Reiki é grande e não deve ser descurada, especialmente numa altura como a que vivemos, em que os mais novos são constantemente desafiados a serem mais, melhores, bonitos, populares e muito mais. Face a estas exigências intermináveis, é possível que acabem por ser alvo de solicitações com as quais nem sempre sabem lidar. Por vezes, podem tender a isolar-se, outras vezes, a adotar comportamentos que não são “seus”, mas copiados dos seus pares. Outros ainda ficam inquietos, tornando-se quase incapazes de se concentrarem em simples tarefas.
E é verdade que o Reiki pode dar uma ajuda. Desde logo, através de sessões desta terapia complementar. Em regra, os mais novos são recetivos ao Reiki e gostam muito de receber. O primeiro benefício que revelam é o relaxamento, a calma que atingem, chegando até a adormecer quando determinados centros energéticos são trabalhados.

 

Como tratar os mais pequenos?

É conveniente fazer uma distinção conforme as idades e introduzir alterações para melhor adequar as sessões a quem as recebe.

Até determinada idade (por volta dos 5, 6 anos) é difícil conseguir que uma criança fique sossegada durante o tempo suficiente para uma terapia de duração razoável. Desta forma, aos mais pequenos será mais fácil dar Reiki só num ou dois pontos, aqueles que se sentir como os mais necessitados. É normal que, nestas idades, o plexo solar e o chacra cardíaco sejam áreas a precisar de mais Reiki, isto porque o plexo solar é o centro do poder pessoal, da autonomia, vontade, autodeterminação e autoestima, ou seja, áreas que estão em rápido desenvolvimento nesta altura da vida (é também possível que adormeçam enquanto estão a ser tratados neste ponto).
Por seu turno, o chacra cardíaco está relacionado com o amor e afinidade, o que também consome grandes quantidades de energia aos mais pequenos. Aconselha-se ainda a considerar os pulmões, nomeadamente em crianças muito ansiosas, já que os pulmões revelam-nos muito acerca das necessidades emocionais e carências.

No caso de bebés ou crianças muito pequeninas e ainda sem grande entendimento da situação, tanto a forma de aplicação como a duração do tratamento terão de ser ajustadas às rotinas das crianças, sendo necessária a colaboração dos pais, que é quem melhor conhece os filhos. Mas os benefícios do Reiki são amplos, mesmo em seres tão pequenos. Por exemplo, sente-se realmente o Reiki a agir e a transformar quando pegamos num recém-nascido agitado ao colo e começamos a deixar fluir energia vital universal. A calma surge de repente e o olhar do bebé ilumina-se. É a magia do Reiki na forma de amor e ternura.
Quanto aos mais crescidos, estes já toleram uma sessão de Reiki de maior duração e até agradecem que a experiência dure algum tempo. Até porque, em regra, gostam de falar no final sobre as sensações que tiveram durante o tratamento, a calma que sentiram, os pensamentos que lhes surgiram ou as cores que visualizaram. Mas para que tudo corra da melhor forma, alguns aspetos devem ser tidos em conta.

 

Não pode ser imposto

Desde logo, uma terapia complementar com as características do Reiki dificilmente obterá bons resultados se for imposta ou vista como um “fardo” pelos mais novos. Caso os pais sintam que o Reiki pode ajudar os filhos, o mais adequado será falar com eles e explicar-lhes o que é o Reiki, fornecendo informação simples, clara e adequada à idade. Podem também pedir ajuda a um terapeuta de Reiki para que este converse com eles e até lhes faça uma pequena demonstração. Porque o Reiki, acima de tudo, sente-se. E quando se sente, compreende-se.

 

Faz o que eu faço…

Os mais novos são muito sensíveis aos modelos que os pais ou professores lhes transmitem. Por isso, poderão sentir dificuldade em deixar-se cativar pelo Reiki se perceberem que quem o recomenda não acredita nos seus benefícios.
Outro ponto a ter em atenção prende-se com a harmonia familiar que por vezes se consegue quando um dos pais, ou ambos, decidem experimentar o Reiki ao invés de o propor aos filhos. Na verdade, proceder desta forma é muitas vezes mais fácil e eficaz. Porque quando o Reiki entra numa casa através de um dos elementos, a harmonia acaba por estender-se a todos. Com efeito, se os pais estiverem mais equilibrados e em boas condições energéticas, mais facilmente lidarão com um filho hiperativo ou com um adolescente rebelde, por exemplo.

 

Aprender e praticar desde cedo

Mas o Reiki pode ser também para pequenos praticantes. Como têm uma sensibilidade muito desenvolvida e estão habituados a prestar mais atenção ao que sentem e menos ao que pensam, aprender Reiki pode ser para eles uma experiência muito boa e proveitosa. É então possível que as crianças, depois de contactarem de alguma maneira com Reiki, manifestem vontade de ser iniciadas. Neste caso, cabe aos pais avaliarem bem as motivações e expectativas que estão por trás do desejo. Caso não sejam praticantes de Reiki, os pais poderão pesquisar informação sobre o assunto e, depois, procurar um Mestre/professor que inicie pequenos reikianos.
Para algumas crianças poderá ser suficiente aprender Reiki apenas numa perspetiva de filosofia de vida, já que os Cinco Princípios – isto é, os valores fundamentais que sustentam a prática de Reiki – são universais e comuns a qualquer cultura, raça, credo ou idade. É muito interessante perceber como os mais novos beneficiam da aprendizagem de princípios capazes de os tornar, afinal, melhores pessoas, contribuindo para uma sociedade mais feliz e elevada. Também por isso, são cada vez mais as escolas que estão a introduzir o Reiki como atividade extracurricular disponível, havendo já vários casos destes em Portugal.

 

Os princípios do Reiki são:

Só por hoje,
Sou calmo,
Confio,
Sou grato,
Trabalho honestamente
Sou bondoso

 

Autoria: Andreia Vieira – Vogal da Direção da Associação Portuguesa de Reiki. Jornalista e produtora de conteúdos, concilia com a atividade de terapeuta e mestre de Reiki.

Artigo publicado na revista Nova Era n.º 6 – Set 2014

Fonte: https://www.associacaoportuguesadereiki.com


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20/Jun/2018

Pesquisa realizada pelo Minds&Hearts confirma mudanças significativas no comportamento masculino em relação ao consumo de produtos e informações de beleza.

Aquela ideia de que homens devem ser brutos e desinteressados por cuidados pessoais está realmente caindo por terra. Uma pesquisa recém-concluída no Brasil, realizada pela Minds&Hearts com 414 homens entre 16 e 59 anos, aponta mudanças na forma de agir e na maneira de se comunicar e consumir do homem contemporâneo, principalmente com relação aos produtos de beleza.

Cada vez mais abertos ao novo, os homens assumem que gostam de moda: 45% afirmam que tem buscado informações sobre novidades, atualidades e lançamentos. Já 30% se posicionam como vanguardistas, dizendo preferir criar coisas originais e pouco comuns a seguir modismos.  E engana-se quem acha que esse comportamento é característico de alguma classe social, na realidade ele pouco oscilou ficando em 47% para classe A, 45% para classe B e 44% na classe C.

Quando o assunto é o uso de cosméticos para o corpo os resultados são mais reveladores. Além de artigos básicos como desodorante spray, usado por 69% dos entrevistados, hidratante corporal (39%) e sabonete antisséptico (38%), outros artigos destacam-se por ter tradição feminina, tais como sabonete líquido para o corpo (28%), sabonete esfoliante (22%), hidratante especifico para os tipos de pele (18%) e até cremes para depilação (11%).

De fato os homens estão mais modernos e, no geral, a preocupação masculina tem sido maior com o rosto, 31% afirmam dedicar-se mais a face do que ao corpo (29%) e a saúde bucal (27%). Curiosamente esse comportamento se altera entre as classe sociais, já que a classe C preocupa-se mais com a saúde bucal do que a classe A em relação aos cuidados faciais. E, conforme a idade avança, os cuidados deslocam-se do rosto para o corpo (36% na faixa dos 25-39 anos contra 29% dos 16-18 anos) e concentram-se na saúde bucal na faixa entre os 40-59 anos, com 38%.

Ao consumir informações sobre produtos, tendências ou buscar indicações, as mulheres continuam sendo a principal influenciadora entre os homens de todas as idades e classes sociais, com 61% dos apontamentos. As propagandas vêm em segundo lugar, com 30%, e os profissionais da área, como cabeleireiros, esteticista e consultores de imagem ocupam o terceiro lugar com 25%. Mas as indicações de outros homens (19%) praticamente empatam com as dicas de sites e blogs especializados no universo masculino (18%).

Aliás, para os homens entre 19 e 24 anos os blogs e sites de produtos são muito mais importantes na hora de buscar informação e orientação, chegando a igualar-se com as propagandas, profissionais da área e indicação de outros homens.

Os homens também estão  mais preocupados com a alimentação. Enquanto apenas 18% dos entrevistados afirmam não consumir nenhum tipo de alimento saudável ou funcional, 31% preferem as opções enriquecidas com vitaminas e/ou sais minerais, 24% consomem produtos light e 18% preferiram diminuir a ingestão de glúten.

Cada vez mais exigentes, eles têm cobrado das empresas respostas mais rápidas e adequadas as suas necessidades. Consideram que as marcas esqueceram que os homens são vaidosos (76%), sentem falta de mais produtos específicos para os homens (90%), rejeitam a ideia de “linhas for men”, querem marcas exclusivas (80%), embalagens diferenciadas (79%) e mais informações sobre benefícios dos produtos e formas de uso (85%).

Esse é um panorama do perfil do homem contemporâneo, mais vaidoso, mais antenado e, acima de tudo, consciente dos seus novos desejos de consumo.

POR EDUARDO VILAS BÔAS

Fonte:http://emais.estadao.com.br


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20/Jun/2018

Por fazerem parte da chamada “geração de apartamento” as crianças nascidas a partir de 2008 não tem antigos hábitos como brincar na rua, correr, subir em árvores, e tantas outras brincadeiras feitas ao ar livre.

São crianças criadas dentro de casa com toda proteção e conforto que os pais podem dar. Mas isso as vezes não é o ideal pois por não terem contato com o ar livre, são crianças que passam o dia todo assistindo tv, jogando videogame ou brincando no tablet.

Todas essas atividades fazem com que a criança fique cada vez mais sedentária, muitas vezes contraindo patologias que poderiam ser evitadas se caso ela praticasse alguma atividade física.

E é por isso que nós montamos essa matéria para você. Confira todos os 34 motivos do porque o Pilates é a atividade física ideal para todas as idades, inclusive para as crianças.

Todos os Benefícios do Pilates para Crianças.

São inúmeros os benefícios do Pilates para as crianças e os motivos do porque essa atividade é perfeita para os pequenos. A Então reunimos aqui uma série de motivos do porque o Pilates infantil é benéficio para as crianças, não se esqueça, todas esses resultados devem vir a partir de uma aula leve e divertida, como se tudo fosse um grande jogo. Não é difícil pois muitas brincadeiras podem ser incorporadas aos movimentos do Pilates, como cambalhotas, jogo com bolas e caminhada sobre objetos.

Tudo isso é muito importante pois torna o aprendizado uma atividade agradável e imperceptível. Vamos aos benefícios agora?

  1. Melhora circulação sanguínea
  2. Maior percepção do próprio corpo e do espaço ocupado
  3. O Pilates aprimora o alinhamento postural da criança criando assim uma consciência de postura
  4. Aumento dos níveis de atenção
  5. Previne desvios da coluna vertebral e fortalece a musculatura das costas
  6. Reduz o sedentarismo e por consequência a obesidade infantil
  7. Os exercícios de equilibio são perfeitos para que as crianças tenham balanço e simetria corporal, e para que aprendam a conhecer seu corpo – que está em constante mudança
  8. Melhora do sono
  9. Ajuda na socialização da criança: desenvolve a autoestima, a autoconfiança, o que ajuda a interagir com outras crianças e adultos e se integrar com outras atividades como teatro, dança, canto, entre outros tantos realizados em grupos.
  10. Redução de estresse
  11. Recomendado para crianças com déficit de atenção pois o desenvolvimento do exercício melhora a concentração
  12. Maior força muscular
  13. Aumenta a flexibilidade: isso significa que as crianças terão maior amplitude de movimento e agilidade
  14. Pilates melhora a coordenação motora e ajuda os pequenos a moverem-se com graça, usando o corpo adequadamente sem qualquer tipo de gafe
  15. Evita lesões: crianças flexíveis e fortes estão mais preparadas para esportes e não se machucam tanto quando crianças que não tiveram uma preparação muscular.
  16. Melhora a concentração, e assim, se adquire uma atenção maior para render mais na lição de casa e na sala de aula
  17. Promove o crescimento
  18. É recomendado também como complemento para outras atividades físicas e, especialmente para melhorar o desempenho atlético
  19. Aumenta a mobilidade: o corpo humano não foi feito para ficar sentado por muito tempo, já que a coluna sofre mais pressão quando se está sentado em uma cadeira do que quando se está de pé
  20. Constrói ossos e músculos fortes
  21. Exercícios de fortalecimento muscular e de flexibilidade resolvem problemas como descompensações de postura
  22. O Pilates trabalha o fortalecimento de grupos musculares (muito deles atrofiados nas crianças de hoje), além de atuar na melhoria da concentração, do equilíbrio e do relaxamento
  23. Além de tudo o Pilates vai trabalhar a mente dos alunos, desenvolvendo a concentração simultaneamente ao condicionamento da consciência corporal
  24. O atrofiamento muscular nessa faixa etária (sobretudo o encurtamento da musculatura posterior das pernas e encurvamento dos ombros, frutos de horas sobre teclados e tablets) será combatida com exercícios que vão alongar essa cadeia posterior, abrindo caminho para uma postura em pé mais ereta, mais consciente, com melhor alinhamento da coluna e abertura da escápula.
  25. Torna a criança mais disciplinada
  26. Fortalece a musculatura para suportar pesos
  27. A aula de Pilates serve como válvula de escape para extravasar a energia que todas as crianças têm
  28. Trata problemas como estresse, doenças circulatórias e coluna
  29. 10% das crianças de nações industrializadas tem problemas com enrijecimento de artérias, que podem ser evitadas e tratadas com o Pilates
  30. Mais do que evitar o surgimento de doenças, o início da prática de Pilates possibilita um melhor desenvolvimento dos princípios como uma respiração centrada e o domínio do Power House
  31. As crianças praticantes se tornarão adultos que vão gostar de se exercitar, sempre buscando o equilíbrio entre o corpo e a mente
  32. Exercita de forma lúdica os músculos dos membros inferiores, superiores e o troco das crianças desenvolvendo uma força muscular
  33. Pilates é o único treinamento de compensação pois faz com que um indivíduo desenvolva proporcionalmente, ao mesmo tempo, todas as partes do corpo
  34. Desenvolve o hábito e o amor pela actividade físicaO Pilates para crianças vai evitar as sobrecargas, os vícios posturais, as dores e o sedentarismo auxiliando em doenças como estresse, depressão e ansiedade.Tudo isso faz com que a crianças encare o mundo com autocontrole, disciplina e leveza, além de manter uma coluna fortalecida para praticar outras e qualquer actividade física, aumentando o intesesse da criança pelos exercícios e por hábitos saudáveis.

    Fonte: http://blogpilates.com.br


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20/Jun/2018

 

Mas afinal o que é o Pilates?

Pilates é um método de alongamento e exercício físico que se utiliza o peso do próprio corpo na sua execução. É uma técnica de reeducação do movimento, composto por exercícios profundamente alicerçados na anatomia humana, capaz de restabelecer e aumentar a flexibilidade e força muscular, melhorar a respiração, corrigir a postura e prevenir lesões.

Como surgiu?

Joseph Pilates era uma criança frágil. Sofria de asma e de uma febre reumática que lhe deixou algumas sequelas no seu desenvolvimento.

Seguindo a tradição da sua família, cujos hábitos saudáveis o influenciaram para sempre, Pilates resolve trabalhar incessantemente na procura de equilíbrio, forma física e bem-estar, aos quais dedica toda a sua vida, pesquisando e criando um método próprio ao qual chama “Contrologia”.

Ao trabalhar numa enfermaria durante a 1ª Guerra Mundial, aplica molas e resistências nas camas dos pacientes, permitindo-lhes recuperar mobilidade e força durante a sua hospitalização.Esta capacidade inventiva, aliada a uma constante procura revela-se ainda mais quando, já em Nova Iorque e casado com Clara Pilates, abre o seu Estúdio, equipado com aparelhos imaginados, criados e desenvolvidos por ele próprio, e hoje utilizados em todo o mundo por uma comunidade imensa de praticantes do seu Método.

Em 1945 é editado o seu livro “Return to Live Through Contrology”, onde Joseph Pilates apresenta o seus conceitos teóricos e os seus célebres 34 exercícios efectuados no colchão.

Passaram já 60 anos e agora, mais do que nunca podemos entender o legado fabuloso que este homem extraordinário nos deixou.

Quais os benefícios?

Praticando irá sentir-se melhor. Melhorar a postura, a coordenação, ganhar amplitude de movimentos e ter maior tonicidade muscular.

Quais os benefícios?

– Melhora a força, a flexibilidade e o tónus muscular. Reduz a fadiga.

– Fortalece os músculos sem causar dor nem danificar as articulações.

– Melhora a postura, a coordenação e o equilíbrio.

– Melhora a respiração e a auto-estima, e reduz o stress.

 

Fonte: http://www.guia-fitness.com

 

 


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20/Jun/2018

 

A MTC foi desenvolvida empiricamente a partir da experiência clínica, e documentada em muitos textos, hoje clássicos . Se fundamenta numa estrutura teórica sistemática e abrangente, de natureza filosófica. Ela inclui entre seus princípios o estudo da relação de yin/yang, da teoria dos cinco elementos e do sistema de circulação da energia pelos meridianos do corpo humano.

Tendo como base o reconhecimento das leis fundamentais que governam o funcionamento do organismo humano e sua interação com o ambiente segundo os ciclos da natureza, procura aplicar esta compreensão tanto ao tratamento das doenças quanto à manutenção da saúde através de diversos métodos.

A medicina tradicional chinesa utiliza a fitoterapia e outros medicamentos como seu último recurso para combater os problemas de saúde.

Segundo sua crença básica, o corpo humano dispõe de um sistema sofisticado para localizar as doenças e direcionar energia e recursos para curar os problemas por si mesmo.

O objetivo dos esforços externos deveria se focar em cuidadosamente auxiliar as funções de auto cura do corpo humano, sem interferir. Refletindo esta mesma ideia, um ditado chinês diz que “qualquer remédio tem 30% de ingredientes venenosos”.

Atualmente, a medicina tradicional chinesa está progressivamente incorporando técnicas e teorias da medicina ocidental em sua práxis, em especial os tipos de exames sem características invasivas.

Medicina tradicional Chinesa em Portugal

Em Portugal a Medicina Tradicional Chinesa tem vindo a ganhar adeptos e tornado-se uma das mais recorrentes clínicas especializadas em técnicas de tratamento de medicina alternativa e popular. A tradição da China – Portuguesa em Macau é uma das fontes ainda não completamente exploradas e dimensionadas do “sincretismo” entre o pensamento tradicional chinês e a cultura ocidental. A tradução e adaptação de concepções do pensamento chinês na língua portuguesa datam pelo menos 400 anos, período em que essa Região Administrativa Especial da República Popular da China foi colonizada e administrada por Portugal. Observe-se porém que é recente o desenvolvimento de instituições públicas, como o Centro de Saúde do Fai Chi Kei, que incluem uma clínica de medicina tradicional chinesa desde 1999 e institutos de ensino de medicina tradicional chinesa.

Fonte: Wikipedia 


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20/Jun/2018

Não importa a profissão, o estresse faz parte do dia a dia num mundo cada vez mais competitivo. A Síndrome de Burnout é uma das consequências deste ritmo atual: um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. O próprio termo “burnout” demonstra que esse desgaste danifica aspectos físicos e psicológicos da pessoa. Afinal, traduzindo do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.

Em geral, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas e influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas.

Sintomas

Há diversos sintomas, que, em fase inicial, até se confundem com a depressão. Por isso, é importante um diagnóstico detalhado. O esgotamento físico e emocional é refletido através de comportamentos diferentes, como agressividade, isolamento, mudanças de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, falha da memória, ansiedade, tristeza, pessimismo, baixa auto estima e ausência no trabalho. Além disso, há relatos de sentimentos negativos, desconfiança e até paranóia.

É possível que o paciente sofra fisicamente com a doença, com dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insónia, crises de asma e distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares. Em mulheres, é comum alterações no ciclo menstrual.

Além do tratamento, que inclui terapia e medicamentos, como antidepressivos, se faz necessária uma mudança no estilo de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem entrar para a rotina, pois ajudam a controlar os sintomas. É importante que o médico observe se é o ambiente profissional a causa do estresse ou se são as atitudes da própria pessoa que geram a crise.

A qualidade de vida é uma das armas para prevenir a Síndrome de Burnout. E isso inclui cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.

http://www.uniica.com.br


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1º Consulte o site

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