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07/Mai/2026

Além de aliviar a tensão muscular e de o ajudar a recuperar de lesões, o seu massagista descobre muito mais coisas sobre si e sobre a sua saúde.

Naquela hora que passa deitado na marquesa a receber uma massagem, o seu corpo revela muito mais do que o stress muscular que pediu para aliviar.

O site Rodale’s Organic Life falou com alguns massoterapeutas sobre o que é que eles conseguem perceber sobre nós e sobre a nossa saúde durante uma sessão de massagem.

1. Adora carteiras grandes. Se o seu corpo está mais tenso de um dos lados, o terapeuta  saberá que muda mais vezes de perna quando está de pé – o que acontece às mulheres que usam carteiras predominante num dos ombros.

2. Tem um trabalho ‘de secretária’. Os sinais que o revelam são o fundo das costas fraco e/ou ter uma anca maior do que a outra. As pessoas que passam o dia sentados em frente ao computador também tendem a ter os glúteos e a pernas mais tensos.

3. Dorme de barriga para baixo. Esta posição gera dor extra no pescoço e os massoterapeutas conseguem sentir a tensão.

4. Conduz muito. Sentar-se ao volante provoca uma postura meio inclinada para a frente. Especialmente os ombros curvados para a frente.

5. Tem uma lesão. Se de facto tiver uma lesão o terapeuta conseguirá sentir calor e inflamação na zona afetada. Já as lesões crónicas serão percetíveis devido à formação de músculos desidratados que fazem nós. Com lesões repetitivas fazem com que os tendões e os músculos pareçam cordas ao toque.

6. Está obstipado. O terapeuta consegue sentir que está com prisão de ventre se o seu estômago estiver firme ao toque.

7. Troca demasiadas mensagens. Os ‘amantes crónicos’ do telemóvel e das mensagens de texto vão sentir dor quando o terapeuta lhes massajar os ombros. Isto porque quando está a escrever no telemóvel está com a cabeça para a frente e para baixo, causando um desequilíbrio nos ombros.

8. Bebe pouca água. Alguns pontos na parte superior das costas seriam suaves se tivesse bebido os oito copos de água recomendados por dia.

9. Está sempre com frio. É instintivo subir os ombros até às orelhas quando se sente com frio. Se costuma ter frio vai estar com o pescoço e o topo dos ombros tensos durante quase todo o inverno.

10. É corredor. As ancas e a parte inferior das costas estarão mais tensas, e provavelmente também terá alguma tensão na planta dos pés.

11. Está com alergias. Se está com alergias ao pó ou a pelo dos animais de estimação terá a pele à volta dos olhos, da testa, das bochechas e do queixo macia e inflamada. O mesmo acontece com as glândulas linfáticas do peito, pescoço e axilas.

12. Usa mochila com frequência. As alças da mochila pesada atravessam as omoplatas e os músculos na escápula tornam-se rígidos em resposta à pressão.

Fonte: Banco da Saúde 


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07/Mai/2026

Os sintomas de ansiedade e depressão materna aumentam o risco de desenvolvimento de problemas comportamentais e emocionais das crianças desde os 18 meses de idade. O estudo publicado no “Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics” revela ainda que o risco persiste durante a adolescência e também aumenta o risco de sintomas depressivos.

“Os resultados chamam a atenção para a importância de um diagnóstico precoce relativamente aos problemas de saúde mental que afetam a mãe e ou a criança” revelou, em comunicado de imprensa, a líder do estudo, Wendy Nilsen.

Para o estudo, os investigadores do Instituto Norueguês de Saúde Pública utilizaram dados fornecidos pelas mães sobre a sua saúde mental, bem como sobre os problemas de comportamento dos seus filhos em cinco idades diferentes, desde a infância (18 meses) até ao início da adolescência (12,5 anos). Os adolescentes com 14,5 e 16,5 foram também submetidos a questionários.

O estudo apurou que a exposição aos sintomas de ansiedade e depressão da mãe no início da vida da criança aumentava o risco desta ter problemas emocionais e comportamentos disruptivos na infância. Estas crianças apresentavam também maior risco de terem sintomas depressivos na infância. Foi observado que estes problemas comportamentais e emocionais estavam presentes desde os 18 meses de idade.

Os investigadores também constataram que havia uma tendência para os comportamentos disruptivos serem um fator de risco para problemas emocionais futuros. Contudo, o contrário não se observou. Foi ainda constatado que estes achados se aplicaram tanto às raparigas quanto aos rapazes. No entanto, verificou-se uma tendência para problemas comportamentais no início da idade escolar, por volta dos 8,5 anos, os quais foram associados apenas a problemas na adolescência das raparigas.

Estes resultados vão ao encontro de estudos anteriores que também destacaram a importância de uma prevenção e intervenção precoce. O estudo também destaca a importância das investigações que acompanham as crianças e as suas famílias desde a infância até a adolescência.

“Desta forma podemos adquirir conhecimento acerca das características iniciais das crianças e das suas famílias que aumentam o risco de desenvolvimento de problemas associados à saúde mental, anos mais tarde”, conclui a investigadora.

Fonte: Banco da Saúde.

 


07/Mai/2026

cabeloCom a chegada do frio, algumas mudanças podem ser percebidas na nossa pele, principalmente nas cidades mais ao sul do país, onde ele é mais intenso. A pele torna-se mais ressecada e áspera, chegando a descamar em alguns locais.

Por outro lado, aqueles que tem pele oleosa na face podem apresentar aumento da oleosidade e, até mesmo, uma piora da dermatite seborreica (aquela descamação localizada ao redor do nariz, nos supercílios, atrás das orelhas e no couro cabeludo) nesta época do ano.

Sendo assim, veja algumas dicas para manter sua pele saudável enquanto o calor não volta.

Pele ressecada e/ou descamativa

  • não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele
  • evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves, “hidratantes”
  • se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles.  No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas)
  • logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas. Procure um dermatologista para saber qual o hidratante mais indicado para sua pele
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras

Aumento da oleosidade

  • evite usar hidratantes nas áreas de pele oleosa, eles raramente são necessários. Mesmo se logo após o banho, a pele parece ressecada, em pouco tempo a oleosidade natural vai retornar
  • evite lavar a face com água quente, pois isso estimula a produção de mais oleosidade
  • evite alimentos gordurosos
  • beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras
  • só use filtros solares ou cosméticos com o rótulo oil free (livre de óleo)
  • se a pele descama ou fica avermelhada na região central da face, procure um dermatologista, você pode estar com dermatite seborréica

Rachaduras labiais

Se você mora em locais de clima frio e seco, não espere os lábios racharem para então cuidar deles, previna-se seguindo as dicas abaixo:

  • em dias mais frios, use umectantes labiais várias vezes ao dia. As mulheres podem caprichar nos batons hidratantes
  • não passe a língua sobre os lábios para molhá-los, isso só vai piorar o ressecamento
  • beba bastante água

Proteção solar

O sol do outono e do inverno é uma delícia, mas não se deixe enganar, ele não é inofensivo. Nesta época, apesar de uma menor incidência dos raios UVB, responsáveis pela queimadura solar, a radiação UVA, principal causadora do envelhecimento cutâneo, continua forte. Portanto, apesar de você não se “queimar”, o sol danifica a sua pele e você deve protegê-la com filtros solares de FPS 15 ou maior sempre que ficar exposto ao sol.

 

Colaboração – Dr. Roberto Barbosa Lima – Dermatologista

Fonte: http://www.dermatologia.net


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07/Mai/2026

As crianças com idades compreendidas entre os dois e os 18 anos devem ingerir diariamente menos de seis colheres de chá, o equivalente a 25 gramas, de açúcares adicionados, defende um estudo publicado na revista “Circulation”.

O consumo de alimentos ricos em açúcares adicionados durante a infância está associado ao desenvolvimento de fatores de risco de doença cardíaca, tais como aumento do risco de obesidade e de pressão arterial elevada em crianças e adultos jovens.

A probabilidade de as crianças em desenvolvimento terem estes problemas de saúde aumenta proporcionalmente com a quantidade de açúcares adicionados consumidos. As crianças com excesso de peso que continuam a consumir mais açúcares adicionados são mais propensas a serem resistentes à insulina, um precursor da diabetes tipo 2.

Miriam Vos, da Escola de Medicina da Universidade de Emory, nos EUA, refere que não existe consenso relativamente à quantidade de açúcar adicionado que é considerado seguro para as crianças, por isso os açúcares permanecem um ingrediente comumente adicionado aos alimentos e bebidas. Adicionalmente, o consumo de açúcar pelas crianças continua a ser elevado.

O painel de especialistas que conduziu este estudo de revisão recomenda que os açúcares adicionados não devem ser incluídos na dieta das crianças com menos de dois anos. As necessidades calóricas das crianças desta faixa etária são mais baixas que crianças mais velhas ou adultos. Adicionalmente a preferência por determinados alimentos começa desde cedo. Deste modo, a limitação da adição de açúcares pode ajudar as crianças a desenvolverem, ao longo da vida, uma preferência por alimentos mais saudáveis.

Os açúcares adicionados são quaisquer açúcares, incluindo o açúcar de mesa, frutose e mel, ou os utilizados no processamento e preparação de alimentos ou bebidas.

De acordo com os especialistas, a partir de julho de 2018, os produtores de alimentos vão ser obrigados a listar a quantidade de açúcares adicionados, o que irá facilitar a adoção destas recomendações. Até então, a melhor forma de evitar a adição de açúcares na dieta é fornecer às crianças frutas, legumes, cereais integrais, produtos lácteos com baixo teor de gordura, carnes magras, aves e peixes, e limitar alimentos com pouco valor nutricional.

Estima-se que as calorias necessárias para as crianças variem de mil por dia, para a criança sedentária de dois anos, a 2.400, para um adolescente entre os 14 e os 18 anos ativo, e 3.200, para aqueles com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos.

“Se o seu filho está a ingerir a quantidade certa de calorias para alcançar ou manter um peso corporal saudável, não há muito espaço na alimentação para a fast-food, onde a maioria dos açúcares adicionados são encontrados”, referiu Miriam Vos.

Os especialistas defendem ainda que as crianças devem evitar o consumo de bebidas açucaradas como bebidas com sabor a frutas, bebidas desportivas, chás adoçados, bebidas energéticas, barras de cereis, bolos, bolachas e muitos dos alimentos comercializados especificamente para as crianças, como os cereais doces.

Fonte, Banco da saúde.


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07/Mai/2026

O exercício pode por si só diminuir o número de mulheres grávidas obesas que desenvolvem diabetes gestacional, bem como diminuir os níveis de colesterol, dá conta um estudo publicado na revista “PLOS Medicine”.

O número de mulheres obesas em idade fértil está a aumentar. Estas mulheres apresentam um risco aumentado de complicações durante a gravidez, sendo as mais comuns a diabetes gestacional, pressão arterial elevada, um grande aumento de peso e pré-eclampsia.

As mulheres grávidas e obesas também correm um maior risco de necessitarem de cesariana e darem à luz bebés grandes. Estas complicações podem ter um grande impacto na saúde tanto da mãe como do filho, não apenas ao longo da gravidez, como também mais tarde na vida.

Para o estudo os investigadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega e do Hospital St. Olavs, na Noruega, analisaram o efeito da prática de exercício regular durante a gravidez em mulheres grávidas obesas.

O estudo contou com a participação de 91 mulheres que foram aleatoriamente divididas num grupo que praticou exercício e num grupo de controlo. Apenas duas mulheres que praticaram exercício desenvolveram diabetes gestacional, comparativamente com nove incluídas no grupo de controlo. As mulheres inseridas no grupo de exercício também apresentaram uma pressão arterial mais baixa no final da gravidez.

O estudo apurou ainda que a quantidade de exercício necessária para reduzir o risco de diabetes gestacional não é muito elevada. As mulheres incluídas no grupo de exercício foram convidadas a praticar sessões de 60 minutos, três vezes por semana, ao longo da gravidez. O treino consistiu em 35 minutos de caminhada na passadeira e 25 minutos de treino de força.

Os investigadores referiram que a intensidade do treino não foi muito elevada e nem todas as mulheres estiveram presentes na totalidade das sessões. “Isto significa que praticar pouco exercício durante a gravidez pode ser benéfico”, disse, em comunicado de imprensa, uma das autoras do estudo, Kirsti Krohn Garnæs.

Os investigadores aconselham todas as grávidas a praticarem exercício durante a gravidez, desde que não existam razões médicas que impeçam as mulheres de o fazerem.


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07/Mai/2026

Um estudo canadiano publicado no “Canadian Journal of Psychiatry” coloca em causa a utilização de questionários na avaliação e diagnóstico de depressão em crianças e jovens e levanta a possibilidade de estes poderem conduzir a diagnósticos errados da doença. 

A depressão pediátrica é uma condição debilitante associada a problemas comportamentais e a menor rendimento escolar. Contudo, a avaliação de rotina desta doença neste grupo etário é particularmente controversa, havendo países, como por exemplo, o Canadá e o Reino Unido, onde esta não é recomendada. Por outro lado, nos EUA foi recentemente recomendado o rastreio de rotina da doença em jovens entre os 13 e 18 anos de idade (mas não em crianças mais jovens) como parte dos cuidados de saúde prestados regularmente.

“O nosso estudo demonstra que se o rastreio da depressão fosse realizado utilizando as ferramentas existentes para o efeito, muitas crianças e adolescentes não deprimidos seriam erradamente identificados como deprimidos”, afirma o autor sénior deste estudo, Breet Thombs, da Faculdade de Medicina da Universidade de McGill, em declarações reproduzidas em comunicado da instituição canadense.

No Canadá, assim como nos EUA, os médicos são cada vez mais encorajados a tentar identificar depressão em crianças e adolescentes, mesmo que estes não apresentem sinais óbvios e indicativos da doença. Para tal, utilizam questionários que procuram identificar sintomas de depressão.

De forma a avaliar a qualidade das ferramentas de rastreio da depressão em crianças e jovens utilizadas atualmente, os cientistas da Universidade de McGill realizaram uma pesquisa exaustiva de estudos que tivessem testado esses meios de rastreio. Foram identificados 17 estudos em que os resultados dos questionários de avaliação foram comparados com os resultados de uma entrevista diagnóstica para determinar a real presença da depressão nos indivíduos avaliados.

De seguida, os investigadores avaliaram tanto a metodologia como os resultados desses 17 estudos. Eles descobriram que a maioria destes era demasiado pequena para determinar de forma válida a fiabilidade das ferramentas de rastreio e que os métodos usados pela maioria dos estudos ficavam abaixo dos padrões expectáveis. Os cientistas descobriram ainda que não havia evidência suficiente para recomendar qualquer resultado-limite, em que os pacientes que ficassem abaixo do mesmo eram considerados deprimidos.

“Não houve uma única ferramenta que apresentasse sequer evidência moderada de exatidão suficiente para efetivamente identificar crianças e adolescentes deprimidos sem detetar de forma incorreta muitas crianças e adolescentes que não se encontram deprimidos”, alertou Michelle Roseman, líder do estudo.

Na opinião dos autores, o mau diagnóstico da doença pode levar à prescrição desnecessária de medicação psiquiátrica potencialmente danosa para a saúde em casos de crianças e jovens sem qualquer desordem da saúde mental.

Para avaliar de forma adequada a precisão das ferramentas de rastreio da depressão pediátrica, os cientistas consideram que seria necessário conceber estudos amplos e bem estruturados que apresentassem resultados numa escala de valores-limite.

Fonte: Banco da Saúde


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07/Mai/2026

A adoção de uma dieta saudável, a prática de exercício físico e um índice de massa corporal (IMC) saudável pode reduzir a acumulação de proteínas associadas ao desenvolvimento da doença de Alzheimer, sugere um estudo publicado no “American Journal of Geriatric Psychiatry”.

Para o estudo os investigadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, contaram com a participação de 44 adultos com idades compreendidas entre os 40 e os 85 anos. No total, 24 indivíduos tinha problemas de memória, 20 tinha um défice cognitivo ligeiro, mas nenhum dos participantes tinha sido diagnosticado com demência.

Os investigadores recolheram informações relativamente ao IMC, níveis de atividade física e até que ponto seguiam uma dieta mediterrânica. Este tipo de dieta, considerada saudável, é rica em frutas, vegetais e peixe e pobre em carne e produtos lácteos. A dieta mediterrânica é também caracterizada por uma proporção elevada de gorduras monoinsaturadas relativamente às saturadas e por um consumo moderado de álcool.

Todos os participantes foram submetidos a um novo tipo de tomografia por emissão de positrões conhecida por FDDNP-PET, que é capaz de medir as placas da proteína beta-amiloide e os emaranhados da proteína tau. Na doença de Alzheimer a proteína beta-amiloide aglomera-se e forma placas entre as células nervosas, enquanto a proteína tau forma emaranhados que podem danificar estas mesmas células.

O estudo apurou que os participantes com um IMC saudável, que seguiam uma dieta mediterrânica e que praticavam exercício físico numa base regular apresentavam níveis baixos de placas e de emaranhados, comparativamente com aqueles que não tinham aderido a estes fatores de estilo de vida.

Estudos anteriores associaram um estilo de vida saudável a atrasos no aparecimento da doença de Alzheimer. David Merrill, líder do estudo, refere que, no entanto, este estudo é o primeiro a demonstrar como alguns fatores de estilo de vida influenciam diretamente proteínas anormais em pessoas com perda de memória subtil que ainda não foram diagnosticadas com demência. Os fatores do estilo de vida saudável, também têm sido associados a uma redução da diminuição do cérebro e menores taxas de atrofia em indivíduos com doença de Alzheimer.

“O estudo reforça a importância de viver uma vida saudável para prevenir a doença de Alzheimer, mesmo antes do desenvolvimento de demência clinicamente significativa”, concluiu o investigador.

 

Fonte: Banco da Saúde


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